Confesso que se fosse postar tudo que me pedissem eu ficaria noite e dia escrevendo. Mas prometo que com o tempo vou postar todos os temas.
Esses dias um grande amigo me deu a notícia que abandonou o seminário. Não quis entrar em detalhes mas ele me disse os motivos.
A explanação acima é só pra que saibam o porque de eu escrever este breve texto.
Minha intenção não é criticar aqueles "formadores", que ao menos deveriam ser formadores por si, ou até mesmo Bispos que deveriam ser mais criteriosos na escolha de quem deveria ou não ser sacerdote.
Hoje perdeu-se o verdadeiro sentido da palavra Vocação. Na verdade a palavra Vocação já vem sendo deturpada e perdendo sua simplicidade desde o século XVII.
Vou utilizar como base o livro "La Vocation Sacerdotale" do Pe. Joseph Lahitton que expressa a mais ortodoxa doutrina católica sobre o tema. Um livro longo que aconselho a leitura cuidadosa do mesmo.
Pra começar o tema, o termo vocação só pode ser usado como Vocação Sacerdotal. O que mais deve assustar é que a Vocação realmente vem quando o bispo chama o candidato ao Rito da Ordenação. Aí sim com o recebimento da Ordem é onde há a verdadeira vocação.
A vocação para ser leigo é considerado como uma vocação natural. Naturalmente queremos nos casar, não precisamos receber nenhuma "Ordem" episcopal para o fazermos, seguimos apenas o mandamento de Deus "Crescei e multiplicai-vos" (Gen., I, 28).
Já os leigos celibatários ou religiosos a intenção de tal opção é senão e/ou somente a santidade própria. Ou seja, não é preciso ter nenhuma "vocação" para buscar a santidade. Isso também é natural e uma ordem de Jesus "Sede Santos porque eu sou santo" I Pedro 1,16.
Fica claro então que ser Sacerdote não é propriamente uma vocação, mas sim fruto de muita luta, obediência e abdicação.
A intenção do sacerdote nunca deve primeiramente a sua própria santidade mas sim a salvação das almas. Ser sacerdote é uma honra, ter as mãos ungidas, ser In persona Christi, celebrar o Santo Sacrifício do altar não é para qualquer um. Para ser sacerdote é necessário: intenção reta, idoneidade intelectual e idoneidade moral. Pontos bem diretos e bem difíceis de se encontrar hoje em dia. Bem difíceis mesmo. Por isso que como disse, ser sacerdote é ter realmente a entrega.
Que tenhamos muitos São João Boscos, São João Maria Vianney, São Luis Maria Grignion de Montfort entre tantos outros Santos Sacerdotes.
Rezo por ti amigo.
Pax et Bonum.
Dúvidas deixe um comentário abaixo.
Um abraço.
A explanação acima é só pra que saibam o porque de eu escrever este breve texto.
Minha intenção não é criticar aqueles "formadores", que ao menos deveriam ser formadores por si, ou até mesmo Bispos que deveriam ser mais criteriosos na escolha de quem deveria ou não ser sacerdote.
Hoje perdeu-se o verdadeiro sentido da palavra Vocação. Na verdade a palavra Vocação já vem sendo deturpada e perdendo sua simplicidade desde o século XVII.
Vou utilizar como base o livro "La Vocation Sacerdotale" do Pe. Joseph Lahitton que expressa a mais ortodoxa doutrina católica sobre o tema. Um livro longo que aconselho a leitura cuidadosa do mesmo.
Pra começar o tema, o termo vocação só pode ser usado como Vocação Sacerdotal. O que mais deve assustar é que a Vocação realmente vem quando o bispo chama o candidato ao Rito da Ordenação. Aí sim com o recebimento da Ordem é onde há a verdadeira vocação.
A vocação para ser leigo é considerado como uma vocação natural. Naturalmente queremos nos casar, não precisamos receber nenhuma "Ordem" episcopal para o fazermos, seguimos apenas o mandamento de Deus "Crescei e multiplicai-vos" (Gen., I, 28).
Já os leigos celibatários ou religiosos a intenção de tal opção é senão e/ou somente a santidade própria. Ou seja, não é preciso ter nenhuma "vocação" para buscar a santidade. Isso também é natural e uma ordem de Jesus "Sede Santos porque eu sou santo" I Pedro 1,16.
Fica claro então que ser Sacerdote não é propriamente uma vocação, mas sim fruto de muita luta, obediência e abdicação.
A intenção do sacerdote nunca deve primeiramente a sua própria santidade mas sim a salvação das almas. Ser sacerdote é uma honra, ter as mãos ungidas, ser In persona Christi, celebrar o Santo Sacrifício do altar não é para qualquer um. Para ser sacerdote é necessário: intenção reta, idoneidade intelectual e idoneidade moral. Pontos bem diretos e bem difíceis de se encontrar hoje em dia. Bem difíceis mesmo. Por isso que como disse, ser sacerdote é ter realmente a entrega.
Que tenhamos muitos São João Boscos, São João Maria Vianney, São Luis Maria Grignion de Montfort entre tantos outros Santos Sacerdotes.
Rezo por ti amigo.
Pax et Bonum.
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Um abraço.
Vocação é A união perfeita da Vontade de Deus e da vontade do Homem.... só assim o mundo entrará em perfeito contato com DEUS...
ResponderExcluirobrigado irmão, amigo .... gratidão